Cupins de madeira seca, cupins subterrâneos e brocas de madeira.

Existem cerca de 2.200 espécies de cupins, sendo que destas, 500 habitam o Brasil. Desse total, dois têm importância em particular à economia da humanidade: Cupim de solo ou subterrâneo e cupim de madeira seca. Esses insetos vivem em colônias e, a exemplo das abelhas e das formigas, são socialmente organizados: reis, rainhas, soldados e operários.

Usando certas estratégias de ataque e construindo canais, podem atravessar paredes de tijolos, blocos ou concreto, e atingir grandes distâncias e alturas. São vorazes, e estão sempre em busca de comida. Os cupins consomem as peças de madeira de dentro para fora, pois são sensíveis à luz e ao ambiente. Por isso, é muito comum que os ataques só sejam percebidos tarde demais, quando os danos já são grandes.

O controle de cupins de madeira seca são de vital importância visto que podem danificar totalmente os móveis atingidos acarretando sérios danos financeiros a seus proprietários. O tratamento consite na eliminação da colônia existente e na proteção (imunização) das demais peças em madeira a fim de manter um ambiente limpo e saudável.

A imunização pode ser realizada através da pulverização, pincelamento ou injeção de acordo com a necessidade de cada peça e tipo de tratamento.

 

Barreira Química: Controle de cupim subterrâneo (Tratamento do solo)

É realizada de forma estratégica, a fim de interromper a infestação e prevenir contra infestações futuras por um longo tempo

O serviço consiste na perfuração do solo em distancias de aproximadamente 50cm ao longo do local a ser tratado onde são depositados 2L de veneno por furo. Dessa forma cria-se uma barreira impedindo que cupins possam ultrapassar e atingir seu estabelecimento.

Modo de ação da barreira: Quando o cupim atinge a barreira criada ele se contamina. O cupim por viver em grupo troca informações o tempo todo com sua colonia contaminando também os demais insetos que não tiveram contato com a barreira. Após a morte de uma porcentagem significativa da colonia os demais se alimentam dos cupins infectados (mortos) e também morrem (Cupins são canibais), ou seja, o produto utilizado cria uma sequência chamada efeito dominó que elimina os cupins por cadeia além de proteger a residência daqueles que ainda sim não forem eliminados.

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